Babi sabia que eu era casado, assim como Helena, mas uma não sabia da outra. No entanto, Helena já tinha ficado algumas vezes no meu apartamento do Itaim quando brigava com Gustavo, ou inventava alguma viagem para ficarmos juntos. Babi tinha a idade da minha filha Mariana, eram amigas e frequentavam a mesma faculdade. Ela nasceu em Minas e veio para São Paulo estudar. Quando Mariana nos apresentou, há alguns meses, Babi morava em uma pensão para universitários. Fiquei louco quando a ví pela primeira vez. E ela, safada que é , correspondeu ao meu assédio imediatamente. Há três meses está morando no meu refúgio. É a personificação da lolita, com seus cabelos ruivos cacheados, a pele branca como vela, sardas no rosto e nos ombros, roliça, uma delícia de menina. Insaciável e inteligente. Já Helena tem seus 35 anos, morena, corpo estilo gostosona e casada com Gustavo, um ex-funcionário da nossa empresa. Não é bonita, mas tem estilo e carisma. Tem um temperamento difícil e complicado. Dalila, a caixa da padaria, sabe tudo da minha vida. Conhece minhas amantes, mas sabe que todas passam e que ela sempre tem seu lugar reservado. Uma carioca linda, loira, fogosa, que namora o motoboy da padaria, mas sempre dá suas puladas de cerca. É linda, tem 25 anos e está terminando os estudos. Uma batalhadora. Não gosta quando Helena aparece, mas não me dá problemas.

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