Manhã de sábado chuvosa, desço a Santa Cristina, em direção à Praça Paris. Acho linda. Imponente. Principalmente nos dias de feira. As barracas, e o lixo da xepa. E a Paris ali, solitária, perto, mas sem formar par com o Aterro do Flamengo. Nas bancas, as manchetes trazem a nota de mais um homicídio. No tablóide popular : “ Assassino Deixa Mais Um de Peito Aberto”. Crua. Certeira. Além da marca, o psicopata ainda estupra e tortura as vítimas. Deve ser algum gay reprimido, penso comigo.
A semana passa, sem maiores problemas, só a rotina de um homem solteiro, morando em Santa Teresa, que tem a Lapa como varanda. Boemia. Mulheres! O samba. Ah! O samba!!! Os malandros! As mulheres!!! Ah! As mulheres!De todos os estilos e gostos, uma completa obra do amigo Toninho Gerais. Mulheres de todas as cores, idades, amores e paixões de quarto de solteiro.
Agora, voltando pra casa, uma cena me chama a atenção. Tomando uma cerveja no Armazém da Rua Taylor, bem acompanhado e me preparando para subir a escadaria para Santa, mas uma cena nos chama atenção: um senhor, quase 60 diria, alto, grisalho, branco, aborda um rapaz, sentado sozinho, mas que parecia esperar alguém. O rapaz, com seus 20 e poucos anos, um jeito afeminado, coisa comum na região, envereda em um papo entusiasmado com o coroa. Fiquei ali por mais uma meia hora, com a minha dama da noite e de olho no papo, que fluiu. Subimos para o meu apartamento, mas com a alvorada, já estava sozinho. Fui comprar meu jornal. Meu América tinha vencido mais uma. Bela notícia para o início da semana.
A semana passa, sem maiores problemas, só a rotina de um homem solteiro, morando em Santa Teresa, que tem a Lapa como varanda. Boemia. Mulheres! O samba. Ah! O samba!!! Os malandros! As mulheres!!! Ah! As mulheres!De todos os estilos e gostos, uma completa obra do amigo Toninho Gerais. Mulheres de todas as cores, idades, amores e paixões de quarto de solteiro.
Agora, voltando pra casa, uma cena me chama a atenção. Tomando uma cerveja no Armazém da Rua Taylor, bem acompanhado e me preparando para subir a escadaria para Santa, mas uma cena nos chama atenção: um senhor, quase 60 diria, alto, grisalho, branco, aborda um rapaz, sentado sozinho, mas que parecia esperar alguém. O rapaz, com seus 20 e poucos anos, um jeito afeminado, coisa comum na região, envereda em um papo entusiasmado com o coroa. Fiquei ali por mais uma meia hora, com a minha dama da noite e de olho no papo, que fluiu. Subimos para o meu apartamento, mas com a alvorada, já estava sozinho. Fui comprar meu jornal. Meu América tinha vencido mais uma. Bela notícia para o início da semana.
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